segunda-feira, 22 de setembro de 2008

LA INFLUENZA MISTERIOSA

É uma típica tarde de sexta-feira e estás dirigindo em direção à tua casa.



Sintonizas o radio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. Numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe até então, totalmente desconhecida.



Não prestas muita atenção ao tal acontecimento.



Na segunda-feira quando acordas, escutas que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da India. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA, foram investigar o caso.



Na terça-feira, já é a noticia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, porque já não é só na India, mas também no Paquistão, Iran e Afeganistão.



Enfim, a noticia se espalha pelo mundo.



Estão chamando a doença de "La Influenza Misteriosa" e todos se perguntam:

Que faremos para controlá-la? Então, uma noticia surpreende a todos.



Europa fecha suas fronteiras. França não recebe mais vôos da India nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença.



Pelo fechamento das fronteiras, estás ligado em todos os meios de comunicação, para manter-te informado da situação e de repente ouves que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo pela tal "Influenza Misteriosa".



Começa o pânico na Europa. As informações dizem que quando contrais o vírus, é questão de uma semana e nem percebes.



Em seguida tens 4 dias de sintomas horríveis e morres.



A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde. No dia seguinte o presidente dos EUA fecha também suas fronteiras para Europa e Asia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura.



No dia seguinte, as pessoas começam a se reunirem nas igrejas em oração pela descoberta da cura, quando de repente, entra alguém na igreja aos gritos:



Liguem o radio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York!!!



Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro. Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.



De repente, vem a noticia esperada: Conseguiram decifrar o código de ADN do vírus. É possível fabricar o antídoto!



É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. Corre por todo o mundo a noticia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.



Tu, vais de voluntário com toda tua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-te, o que acontecerá.



Será este o final do mundo?



De repente o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos teus filhos está do teu lado, se agarra na tua jaqueta e te diz:

Pai? Esse é meu nome!



E antes que possas reacionar, estão levando teu filho e tu gritas:

Esperem!

E eles respondem: Tudo está bem! O sangue dele está limpo, é sangue puro.



Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.



Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo.



E é a primeira vez que vês alguém rindo em uma semana.

O médico mais velho se aproxima a ti e diz:

Obrigado senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo e puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado. A noticia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade.



Nisso, o médico se aproxima à ti e à tua esposa e diz:

Podemos falar um momento?



Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho.



Quando estás lendo, percebes que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar e perguntas:



Qual a quantidade de sangue que vão usar? O sorriso do médico desaparece e ele responde:



Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados, precisamos de todo o sangue de seu filho.



Não podes acreditar no que ouves e tratas de contestar: "Mas... mas..." O médico insiste, o senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro!!!



Por favor assine! Nós precisamos de todo o sangue. Tu então perguntas:

Mas não podem fazer-lhe uma transfusão?



E vem a resposta: Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!



Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, tu assinas. Te perguntam:

Queres ver teu filho?



Caminhas na direção da sala de emergência onde se encontra teu filho sentado na cama dizendo:



Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo? Tu seguras na mão dele e dizes:



Filho, tua mãe e eu te amamos muito e jamais permitiríamos que te acontecesse algo que não fosse necessário, tu entendes?



O médico regressa e te diz:

Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, podes sair? Podes dar as costas ao teu filho e deixar-lhe aqui?



Enquanto teu filho diz:

Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?



E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o teu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na tv e outras vêm com um sorriso falso, como se realmente não estão se importando.



Tens vontade de parar e gritar:



MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?



Talvez isso é o que DEUS quer dizer:

MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!!

NÃO SABEM O QUANTO VOS AMO!!!



É curioso o simples que é para as pessoas debocharem de Deus e dizer que não entendem como o mundo caminha de mau para pior.



É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus.



É curioso como todos querem ir para o Céu, mas nada fazem para merecê-lo.



É curioso como as pessoas dizem: "Eu creio em Deus!", mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.



É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS, é suprimida nas escolas e locais de trabalho.



CURIOSO, NÃO É? Mais curioso ainda é ver como alguém pode estar tão aceso por DEUS no domingo e ser um cristão invisível pelo resto da semana.



É curioso como todos se preocupam com o que as pessoas pensam, mas não se preocupam com aquilo que DEUS possa pensar!

A DIFERENÇA ENTRE O CRENTE E O DISCÍPULO

Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe porquê?

O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.

O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.

O crente se ganha; o discípulo se faz.

O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.

O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.

O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.

O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.

O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.

O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.

O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.

O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.

O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.

O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.

O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.

O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.

O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.

Para o crente, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.

O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.

Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.

Os crentes foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, transformam e transformarão o mundo.

Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem.

O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.

Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.

Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.

O crente cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.

O crente se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.

O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.

A meta do crente é ir para o Céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o Céu.

O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.

O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.

O crente espera um avivamento; O discípulo é parte dele.

O crente agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.

O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.

Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.

O crente é sócio; o discípulo é servo;

O crente cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.

O crente é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.

O crente responde talvez... o discípulo responde eis-me aqui.

O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos.

O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.

O crente é pastoreado como ovelha. O discípulo apascenta os cordeiros.

O crente se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo os demônios.

O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.

Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.

Ao crente é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; O discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a Glória de Deus.

O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.

O crente espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.

O crente não se relaciona com membros de outras igrejas; o discípulo ama a todos pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.

O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.

O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor.